UEPG recebe R$ 35,9 mi para fábrica de medicamentos

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Laboratório para fabricação de remédios contra o câncer é uma parceria entre o Tecpar e a universidade. Produção será de 100 milhões de cápsulas ao ano.

O secretário de estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, acompanhou na tarde deste domingo (25) a inauguração da primeira fase do Centro de Desenvolvimento e Produção de Medicamentos Sintéticos da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). A celebração aconteceu no Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), durante a assinatura de um convênio de R$ 35,9 milhões entre a Caixa Econômica Federal e o Governo do Estado que será utilizado para a realização das obras.

O laboratório é uma parceria entre a UEPG e o Instituto de Tecnologia do paraná (Tecpar) e terá a finalidade de produzir medicamentos oncológicos para serem distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por todo o Brasil. Além de João Carlos Gomes, também estiveram presentes no evento e assinaram o convênio o ministro da Saúde, Ricardo Barros; a vice-governadora Cida Borghetti; o prefeito de Ponta Grossa Marcelo Rangel; o diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix; e a vice-reitora Gisele Alves de Sá Quimelli.

O secretário João Carlos Gomes comemorou o investimento, que seguramente é o maior recurso já repassado para a universidade em um só projeto. “Os primeiros contatos para a instalação do laboratório iniciaram ainda em 2012, quando eu era reitor da UEPG. Desde então estabelecemos uma parceria com o instituto que agora fica ainda mais forte”, afirmou. Para o secretário, Ponta Grossa passa a ser referência na produção de medicamento oncológicos em todo o país, assim como Maringá, que também possui um espaço semelhante.

A fábrica de medicamentos vai funcionar por meio de uma parceria entre o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a UEPG. Segundo o Ministério da Saúde, a unidade terá uma escala de produção industrial e deve produzir 200 milhões de comprimidos e 100 milhões de cápsulas por ano. A fábrica deve trazer economias ao Governo Federal e será autossustentável. Os medicamentos serão utilizados no tratamento do câncer de mama, de próstata e também no controle da pressão arterial.

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